Liga Sagres: V. Guimarães vence rival V. Setúbal no Bonfim
O V. Guimarães iniciou bem a 2ª Volta da Liga Sagres, ao vencer o rival V. Setúbal por 4-2, em jogo realizado ontem à noite no Estádio do Bonfim.
Com este resultado, os vimaranenses ultrapassam na classificação o E. Amadora e a Naval, à condição, enquanto os sadinos podem terminar a 16ª Jornada na última posição, se Trofense e Rio Ave vencerem os "grandes" de Lisboa.
Crónica do Jogo:
A partida começou monótona, com muita luta a meio-campo e sem oportunidades de golo para qualquer das equipas.
Mesmo assim, logo aos 10 minutos, o marcador do Bonfim é inaugurado por André Marques, que rematou fraco e de longe; no entanto, Serginho estava distraído e não conseguiu agarrar a bola pontapeada pelo adversário.
A festa nas bancadas foi imensa, apesar de estarem apenas 1000 espectadores, pois os sadinos não marcavam 1 golo desde o último dia de Novembro, quando empataram na Luz a duas bolas.
Porém, a felicidade sadina durou pouco, porque 4 minutos depois, o V. Guimarães chega ao empate com um golo de Marquinho.
Com uma igualdade no marcador, o jogo baixou de velocidade, e durante algum tempo, voltou-se ao filme do início do encontro: muita luta no meio-campo e alguns remates de longe.
Aos 30 minutos, o jovem Regula envia uma bola à barra da baliza de Serginho e, na resposta, Fajardo faz um excelente passe para Nuno Assis, que isolado, não tem dificuldade em marcar o segundo golo da equipa minhota.
A perder, Carlos Cardoso resolve fazer uma pequena alteração táctica, e pede aos médios Ricardo Chaves e Bruno Ribeiro que passem a integrar o ataque.
Tal alteração deu frutos, pois aos 42 minutos, na marcação de um canto, Ricardo Chaves salta mais alto que toda a defensiva minhota e, de cabeça, faz o empate. Curiosamente, este foi o primeiro golo de cabeça, que os sadinos conseguiram fazer na actual edição da Liga Sagres.
Ainda antes do intervalo, o outro "avançado" (Bruno Ribeiro) teve nos pés o 3-2, mas Serginho conseguiu defender o remate do adversário.
Na segunda parte, o V. Guimarães veio mais atrevido e os jogadores do V. Setúbal acusaram essa pressão.
O jogo passava-se a desenrolar praticamente na área setubalense, e a bola raramente caía no círculo central.
Num minuto, Marquinho faz 2 remates à baliza de Milojevic, que passam muito perto do poste direito. Não fosse a fraca pontaria, o Setúbal já estaria nesta altura a perder.
Como com três avançados (Regula, Ricardo Chaves e Bruno Ribeiro) o V. Setúbal não criava perigo, Carlos Cardoso resolveu colocar mais dois (Bruno Gama e Laionel), mas mesmo assim os sadinos continuavam apáticos e sem chama.
Talvez satisfeito com o empate, Manuel Cajuda resolve tirar Fajardo, que até ao momento estava a ser o "homem do jogo".
O V. Guimarães perde "poder de fogo" no ataque, e o V. Setúbal aproveita para respirar um pouco, fazendo longos pontapés para a frente ou para as bancadas.
Quando já toda a gente esperava que o desfecho da partida fosse um empate, Nuno Assis "abre o livro" e escreve uma nova página no jogo.
Em apenas 5 minutos, o médio que Quique Flores dispensou fez 2 golos, correspondendo da melhor maneira aos passes de Lionn e Custódio, que tinham entrado minutos antes.
O 2-4 final é injusto para os sadinos, que ainda assim fizeram um belo jogo, mas não souberam aproveitar o desnorte minhoto a meio da segunda parte.
Jornalista: João Miguel Pereira
Foto: Mais Futebol
Crónica do Jogo:
A partida começou monótona, com muita luta a meio-campo e sem oportunidades de golo para qualquer das equipas.
Mesmo assim, logo aos 10 minutos, o marcador do Bonfim é inaugurado por André Marques, que rematou fraco e de longe; no entanto, Serginho estava distraído e não conseguiu agarrar a bola pontapeada pelo adversário.
A festa nas bancadas foi imensa, apesar de estarem apenas 1000 espectadores, pois os sadinos não marcavam 1 golo desde o último dia de Novembro, quando empataram na Luz a duas bolas.
Porém, a felicidade sadina durou pouco, porque 4 minutos depois, o V. Guimarães chega ao empate com um golo de Marquinho.
Com uma igualdade no marcador, o jogo baixou de velocidade, e durante algum tempo, voltou-se ao filme do início do encontro: muita luta no meio-campo e alguns remates de longe.
Aos 30 minutos, o jovem Regula envia uma bola à barra da baliza de Serginho e, na resposta, Fajardo faz um excelente passe para Nuno Assis, que isolado, não tem dificuldade em marcar o segundo golo da equipa minhota.
A perder, Carlos Cardoso resolve fazer uma pequena alteração táctica, e pede aos médios Ricardo Chaves e Bruno Ribeiro que passem a integrar o ataque.
Tal alteração deu frutos, pois aos 42 minutos, na marcação de um canto, Ricardo Chaves salta mais alto que toda a defensiva minhota e, de cabeça, faz o empate. Curiosamente, este foi o primeiro golo de cabeça, que os sadinos conseguiram fazer na actual edição da Liga Sagres.
Ainda antes do intervalo, o outro "avançado" (Bruno Ribeiro) teve nos pés o 3-2, mas Serginho conseguiu defender o remate do adversário.
Na segunda parte, o V. Guimarães veio mais atrevido e os jogadores do V. Setúbal acusaram essa pressão.
O jogo passava-se a desenrolar praticamente na área setubalense, e a bola raramente caía no círculo central.
Num minuto, Marquinho faz 2 remates à baliza de Milojevic, que passam muito perto do poste direito. Não fosse a fraca pontaria, o Setúbal já estaria nesta altura a perder.
Como com três avançados (Regula, Ricardo Chaves e Bruno Ribeiro) o V. Setúbal não criava perigo, Carlos Cardoso resolveu colocar mais dois (Bruno Gama e Laionel), mas mesmo assim os sadinos continuavam apáticos e sem chama.
Talvez satisfeito com o empate, Manuel Cajuda resolve tirar Fajardo, que até ao momento estava a ser o "homem do jogo".
O V. Guimarães perde "poder de fogo" no ataque, e o V. Setúbal aproveita para respirar um pouco, fazendo longos pontapés para a frente ou para as bancadas.
Quando já toda a gente esperava que o desfecho da partida fosse um empate, Nuno Assis "abre o livro" e escreve uma nova página no jogo.
Em apenas 5 minutos, o médio que Quique Flores dispensou fez 2 golos, correspondendo da melhor maneira aos passes de Lionn e Custódio, que tinham entrado minutos antes.
O 2-4 final é injusto para os sadinos, que ainda assim fizeram um belo jogo, mas não souberam aproveitar o desnorte minhoto a meio da segunda parte.
Jornalista: João Miguel Pereira
Foto: Mais Futebol



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