Sport Blog - V. Setúbal

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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

V. Setúbal e Rio Ave tentam este sábado desfazer o empate

V. Setúbal e Rio Ave defrontam-se este sábado, para a 4ª jornada da Liga Sagres, e ambos estão optimistas quanto ao desfecho do jogo. O conjunto de Setúbal actua em casa e está melhor classificado (8º), enquanto os visitantes (12º) ainda não ganharam, mas empataram com dois grandes em três jogos disputados.

Quem terá, então, mais argumentos? Uma equipa que soma quatro pontos ou uma que tirou quatro pontos a Benfica e F.C. Porto? Em termos de moral, certamente o Rio Ave. Afinal, nem todos se podem gabar de pontuar frente ao campeão nacional, como aconteceu no fim-de-semana passado, já depois de terem fincado o pé ao Benfica na ronda inaugural. Mas na 2ª Jornada, os vilacondenses perderam em Coimbra por 1-0!

O Vitória também perdeu em casa da Académica, mas ainda assim, estiveram mais perto de pontuar. Uma grande penalidade convertida por Cléber a dez minutos do fim acabaria por carimbar a primeira derrota, à terceira jornada, três dias depois do empate a uma bola alcançado na primeira mão da primeira eliminatória da Taça UEFA frente ao Heerenveen, em Alvalade.

A estatística da presente edição da Liga favorece, contudo, o Vitória, 100 por cento eficaz em casa: um jogo, uma vitória, um golo marcado, nenhum sofrido; por oposição a um Rio Ave, que até agora deu-se mal com a única viagem feita: uma derrota por 1-0.

Mas se o moral beneficia os visitantes e a contabilidade os anfitriões, resta aos jogadores desfazerem o empate. Os treinadores sabem que são estes jogos que podem "valer" uma temporada, porém, tanto Daúto Faquirá como João Eusébio não devem alterar as suas estruturas.

Resta então esperar pela noite decisiva, altura em que os protagonistas terão oportunidade de contrariar os factos ou as emoções. V. Setúbal e Rio Ave estão, para já, na máxima força, pois Elias, que cumpriu castigo frente aos "estudantes", já pode jogar e deve recuperar a titularidade no meio-campo sadino, enquanto Miguel Lopes, que foi considerado apto pelo departamento médico vila-condense, deverá ocupar o "seu" lugar na defesa.


Equipas prováveis:

V. Setúbal: Bruno Vale; Janício, Auri, Robson e Cissokho; Sandro, Elias, Ricardo Chaves e Leandro Lima; Laionel e Carrijo

Rio Ave: Paiva; Miguel Lopes, Gaspar, Bruno Mendes e Sílvio; André Vilas Boas; Niquinha, Delson e Livramento; Evandro e Chidi


Por Catarina Machado, jornalista "Mais Futebol"

Foto: O Jogo

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Liga Sagres: Académica vence V. Setúbal com um golo de Cléber

A Académica comemorou dez meses sem perder em casa com o triunfo mais saboroso da época até agora ou não tivessem passado quase 10 anos (4 Janeiro de 1999) sobre a última vez que os estudantes conseguiram tirar os três pontos aos sadinos, em Coimbra, em jogos a contar para o Campeonato.

É caso para dizer que a frescura de três semanas sem competição dos estudantes fez toda a diferença perante uma equipa que tinha jogado há três dias para a Taça UEFA.

Destaque ainda para as intervenções determinantes de Peskovic - numa altura em que Pedro Roma nem foi convocado -, para segurar o zero a zero na fase em que os setubalenses ainda conseguiam correr e para a entrada de Diogo Gomes, que sofreu a grande penalidade na origem da vitória, a segunda consecutiva da Briosa.


Crónica do Jogo:

Passada a jornada uefeira, a Liga regressou e com ela os velhos hábitos: mau futebol, jogos a horas impróprias, e, como São Pedro não perdoa, também a chuva já vai contribuindo para tornar os relvados mais pesados: De tudo um pouco teve o Académica-V. Setúbal que encerrou o domingo futebolístico.

O estado do terreno terá levado Domingos Paciência a apresentar um onze mais musculado, com Pavlovic de regresso e Sougou, por ser um "levezinho", a ficar no banco. A equipa por se ter ressentido das mexidas ou então, por pura estratégia, entregou o domínio do jogo ao adversário, que, diga-se, também se mostrou pouco interessado em assumir as despesas, numa clara gestão pelo esforço dispendido na última quinta-feira, diante do Heerenveen.

Os donos da casa acabaram, por isso, por pegar (finalmente) nas "rédeas" do jogo mas faltava-lhes mais velocidade e imprevisibilidade no último terço do terreno. O pouco perigo criado surgiu a partir de remates de meia-distância e de bolas paradas, às quais Bruno Vale ia chegando, sem esforço.

O jogo vitoriano, pautado por um Leandro Lima claramente em baixo de forma, passava quase exclusivamente pela esquerda, onde Cissokho, mas sobretudo Laionel iam causando "calafrios" à defesa da casa.

Na segunda metade, Domingos Paciência viu-se forçado a prescindir de Garcés, devido a lesão, e lançou Sougou numa tentativa de, graças à velocidade do senegalês, desgastar ao máximo a defesa sadina que, inevitavelmente, acabaria por "cair" de cansaço. Em teoria, o raciocínio estava certo, mas na prática, não foi bem assim.

Acabou por ser Diogo Gomes quem revolucionou a partida: O esquerdino, em estreia absoluta pela Briosa, destabilizou o "plano" setubalense para sair de Coimbra com um ponto e foi ele que sofreu a grande penalidade que Cléber converteu, colocando os estudantes na frente do marcador.

Depois do golo da Académica, o V. Setúbal "acabou". Se ainda houve frescura na primeira parte e nos instantes iniciais da segunda, na recta final o esforço veio ao de cima e o pouco atrevimento de Dauto Faquirá, que fez apenas substituições posicionais, não permitiu à equipa esticar-se como seria necessário para sonhar com, pelo menos, o empate.


Por Francisco Frederico, jornalista "Mais Futebol"

Foto: Paulo Novais, fotojornalista "Lusa"

sábado, 20 de setembro de 2008

Daúto Faquirá considera que jogo com a Académica devia ter sido adiado

O treinador do V. Setúbal, Daúto Faquirá, disse hoje na habitual conferência de imprensa de antevisão, que o jogo com a Académica devia ter sido adiado.

Como os sadinos jogaram na passada quinta-feira pediram aos academistas o adiamento da partida para a próxima segunda-feira, mas os responsáveis dos "estudantes" afirmaram que o encontro estava marcado para domingo, e que só consideravam jogar nesse dia.

Apesar do jogo se realizar amanhã, o treinador sadino garante que, em caso de derrota, não irá dizer que a culpa foi do cansaço: "A Académica optou por defender os seus interesses, mas se o resultado não for aquele que esperamos alcançar, o que sinceramente não acredito que vá acontecer, não me irão ouvir lamentar esse facto".

Faquirá referiu ainda que o objectivo dos sadinos é "aumentar ou, pelo menos, manter a distância que nos separa deste adversário directo".


Por João Miguel Pereira, jornalista "Sport Blog"

Foto: Mais Futebol

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Taça Uefa: Golo no último minuto complica vida do V. Setúbal

Não se repetiu a derrota de 2006, ano em que o Heerenveen saiu de Alvalade com uma vitória de 3-0, mas nem por isso o Vitória de Setúbal tem muitos motivos para sorrir. Desta vez o desfecho foi diferente, foi uma igualdade a uma bola, com os sadinos a sofreram um golo em período de descontos, o que complica (e de que maneira) as contas na eliminatória.

Logo na fase inicial da partida se percebeu que, noventa minutos depois, nada se iria poder apontar aos jogadores do Vitória de Setúbal, em termos de entrega. Os primeiros lances mostraram que, mesmo que falhassem os passes ou os remates, "alma" era coisa que não ia faltar.

E a equipa portuguesa até apanhou um valente susto quando só estavam cumpridos dois minutos. Pranjic aproveitou uma defesa incompleta de Bruno Vale e atirou para a baliza praticamente deserta, mas Robson apareceu em boa hora a cortar de cabeça e a evitar o golo. Estava apresentado um cenário que se iria repetir nos minutos seguintes: o Vitória a jogar com muita "alma" e o Heerenveen a provocar uns calafrios, de quando em vez.

Aos 13 minutos os sadinos estiveram pela primeira vez perto do golo, quando Leandro Lima cobrou um canto na esquerda e o guarda-redes do Heerenveen falhou a intercepção, estando Ricardo Chaves a cabecear ao segundo poste, mas de tal forma, que a bola saiu ao lado, ficando a ideia que o jogador até terá fechado os olhos.

Por esta altura já o Vitória estava mais solto e procurava chegar à vantagem. Com Mateus sentado no banco era Leandro Lima que assumia todas as despesas de organização do jogo. A criatividade do brasileiro causou muitos problemas à rígida defesa holandesa e aos 28 minutos o número vinte sadino fez saltar o pouco público presente em Alvalade, com um fantástico remate à barra.

O Vitória começava a justificar um golo, ainda que, pouco antes, o Heerenveen tenha pregado mais um susto: Pranjic voltou a mostrar classe, ao desmarcar Fellinga na esquerda, mas este preferiu assistir Sibon na zona central, tendo valido ao Setúbal Auri, que de carrinho, fez um grande corte.


Após o descanso as duas equipas voltaram ao campo com menos dinâmicas. As ocasiões de golo tornaram-se mais escassas, excepção feita a um lance aos 62 minutos, com Laionel a receber e a obrigar Vandenbussche a defesa apertada.

Daúto Faquirá queria mais do jogo e por isso lançou Bruno Gama, para a saída de Ricardo Chaves. O Vitória passava a jogar em 4x3x3 e isso iria dar lucro pouco tempo depois, mais concretamente 3 minutos: Bruno Gama conduziu um ataque pela direita, tocou para Janício e este cruzou para a área, onde surgiu Carrijo a desviar ao primeiro poste e a fazer o golo.

O Heerenvenn tentou depois chegar ao empate, com mais intensidade, levando Daúto Faquirá, que antes tinha percebido que era preciso arriscar um pouco, a reforçar o meio-campo: Trocou Leandro Lima por Mateus e abdicou de Carrijo para colocar Danilo.

As mudanças não foram suficientes e, já em período de descontos, Pranjic inventou mais uma jogada na esquerda e ofereceu o golo do empate a Elyounoussi.

A eliminatória está empatada (os holandeses estão em vantagem graças ao golo marcado fora) e, na Holanda, o V. Setúbal irá sentir grandes dificuldades para seguir em frente nesta edição da Taça Uefa.


Por Nuno Travassos, jornalista "Mais Futebol"